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HCG vs HMG

Comparação lado a lado de mecanismo, benefícios, riscos, dose, frequência e validade. Ambos são peptídeos da categoria hormonal.

Conteúdo educacional · Não é recomendação médica

Gonadotrofina Coriônica Humana. Hormônio glicoproteico que mimetiza o LH, estimulando produção testicular de testosterona e espermatogênese. Já Gonadotrofina menopáusica humana contendo FSH e LH em proporção 1:1. Estimula desenvolvimento folicular em mulheres e espermatogênese em homens.

Comparação lado a lado

CritérioHormonalHCGHormonalHMG
CategoriaHormonalHormonal
MecanismoLiga-se ao receptor de LH nas células de Leydig, estimulando produção de testosterona intratesticular e espermatogênese.A HMG (Gonadotrofina Menopáusica Humana) contém FSH e LH em proporção equimolar (1:1), atuando diretamente sobre receptores gonadotróficos específicos: o FSH se liga ao receptor FSHR nas células de Sertoli (homens) e células da granulosa (mulheres), ativando a via AMPc/PKA para estimular a espermatogênese e o desenvolvimento folicular; o LH se liga ao receptor LHCGR nas células de Leydig, promovendo a esteroidogênese via aumento da expressão de StAR e CYP11A1, elevando a produção endógena de testosterona intratesticular.
Benefícios
  • Previne atrofia testicular durante ciclo
  • Mantém fertilidade
  • Estimula produção endógena de testosterona
  • Melhora de humor e libido durante TPC
  • Essencial em ciclos longos
  • Restauração da espermatogênese em homens com hipogonadismo hipogonadotrófico, incluindo casos refratários ao HCG isolado
  • Elevação da testosterona intratesticular de forma mais fisiológica pela ação combinada FSH+LH nas gônadas
  • Componente FSH exclusivo que estimula as células de Sertoli e melhora a qualidade, motilidade e morfologia dos espermatozoides
  • Indução da ovulação e desenvolvimento folicular controlado em mulheres em protocolos de reprodução assistida
  • Alternativa eficaz ao HCG em homens que não respondem adequadamente à monoterapia com gonadotrofina coriônica
Riscos
  • Ginecomastia (aromatiza a testosterona estimulada)
  • Retenção hídrica
  • Pode dessensibilizar células de Leydig em doses altas
  • Elevação de estradiol
  • Síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO) em mulheres — risco dose-dependente, podendo causar ascite, tromboembolismo e complicações graves sem monitoramento ultrassonográfico adequado
  • Ginecomastia e retenção hídrica em homens por conversão periférica de testosterona elevada em estradiol, especialmente em doses acima de 150 UI/dia
  • Formação de anticorpos anti-gonadotrofina com uso prolongado, reduzindo progressivamente a eficácia do tratamento
  • Dor, eritema e nódulos no local de injeção subcutânea ou intramuscular, especialmente com aplicações frequentes no mesmo sítio
  • Gravidez múltipla (gemelaridade) em mulheres submetidas a protocolos de estimulação ovariana sem monitoramento adequado
Dose habitual——
Frequência——
ViaSubcutâneaSubcutânea
Validade reconstituído60 dias—

Qual escolher?

HCG e HMG compartilham o objetivo de hormonal, mas diferem em mecanismo, perfil de dose e frequência. A escolha depende da resposta individual, da tolerância e do protocolo planejado. Use a tabela acima para pesar mecanismo, riscos e praticidade de administração. Para detalhes completos, consulte as páginas individuais de cada peptídeo.

Guia completoHCG →Guia completoHMG →

Vai reconstituir um deles? Calcule a dose na seringa.

Comparação com finalidade educacional, baseada em literatura e protocolos de pesquisa. Não substitui orientação médica nem constitui recomendação de uso. Peptídeos de pesquisa não têm aprovação para uso humano.