| Categoria | Growth Factor | Growth Factor |
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| Mecanismo | O MGF (Mechano Growth Factor) é uma variante splice do gene IGF-1 gerada localmente no tecido muscular em resposta ao estresse mecânico e microlesões induzidas pelo treino de resistência. | O PEG-MGF é a forma pegilada do Mechano Growth Factor, obtida pela conjugação covalente de cadeias de polietilenoglicol (PEG) ao peptídeo nativo. |
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| Benefícios | - Ativação rápida e localizada de células satélite musculares dormentes no músculo-alvo injetado
- Estímulo à hiperplasia muscular verdadeira pela fusão de mioblastos diferenciados a fibras existentes e formação de novas fibras
- Aceleração significativa do reparo de microlesões induzidas pelo treinamento, reduzindo tempo de recuperação entre sessões
- Aumento da síntese proteica local via ativação de mTORC1 e supressão do catabolismo proteico pós-esforço
- Efeito altamente seletivo e localizado no músculo injetado, minimizando ação sistêmica indesejada
| - Meia-vida prolongada de 15–24 horas permitindo ação sistêmica e dosagem conveniente de 2–3x por semana sem necessidade de aplicação imediata pós-treino
- Ativação generalizada de células satélite em múltiplos grupos musculares simultaneamente, beneficiando praticantes de treinos full-body ou de alto volume
- Aceleração do reparo muscular sistêmico em contextos de overreaching ou periodização de alta intensidade com múltiplos grupos envolvidos
- Menor exigência de timing preciso em relação ao treino comparado ao MGF nativo, oferecendo maior praticidade de uso
- Estabilidade superior em solução aquosa (incluindo água bacteriostática), simplificando reconstituição e armazenamento
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| Riscos | - Meia-vida plasmática extremamente curta (~2–7 minutos em solução aquosa), exigindo timing preciso de aplicação e reconstituição adequada para garantir mínima eficácia
- Degradação acelerada em água bacteriostática com álcool benzílico — reconstituição inadequada inativa o peptídeo antes da injeção
- Dor, inflamação local e possível formação de nódulos no sítio de injeção intramuscular, especialmente com volumes ou concentrações elevadas
- Risco teórico de estimulação proliferativa descontrolada em tecidos com células-tronco comprometidas ou em indivíduos com histórico oncológico (contraindicação relativa)
- Escassez de estudos clínicos controlados em humanos — a maioria das evidências provém de modelos in vitro e animais, limitando a extrapolação de dose-resposta segura
| - Menor potência local comparado ao MGF nativo — a diluição plasmática reduz a concentração tecidual no músculo-alvo específico, limitando a hiperplasia localizada
- Acúmulo de PEG com uso crônico e em doses elevadas — embora o PEG seja considerado biologicamente inerte, estudos de longo prazo em humanos são inexistentes para esta aplicação
- Potencial interferência com a sinalização fisiológica do eixo GH/IGF-1 endógeno em uso prolongado, especialmente quando combinado com GH exógeno e IGF-1 LR3 simultaneamente
- Risco teórico de estimulação proliferativa em tecidos neoplásicos — contraindicado em indivíduos com histórico de câncer ou predisposição genética documentada
- Reações imunogênicas ao PEG são raras, mas possíveis em indivíduos sensibilizados
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| Dose habitual | 200 mcg | 200 mcg |
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| Frequência | Diário | 2x/semana |
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| Via | Subcutânea | Subcutânea |
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| Validade reconstituído | 60 dias | 60 dias |
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