| Categoria | Growth Factor | Growth Factor |
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| Mecanismo | O IGF-1 DES (des(1-3)IGF-1) é um fragmento natural truncado do IGF-1, resultante da remoção dos três primeiros aminoácidos da região N-terminal (Gly-Pro-Glu), o que elimina completamente sua afinidade pelas IGFBPs (proteínas de ligação ao IGF-1), tornando 100% da molécula biologicamente disponível no local de injeção sem sequestro proteico. | O PEG-MGF é a forma pegilada do Mechano Growth Factor, obtida pela conjugação covalente de cadeias de polietilenoglicol (PEG) ao peptídeo nativo. |
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| Benefícios | - Potência 10x superior ao IGF-1 nativo na ativação do receptor IGF-1R por ausência total de ligação às IGFBPs
- Ação estritamente localizada no músculo injetado — permite desenvolvimento assimétrico e foco em grupos musculares específicos deficientes
- Hiperplasia muscular local intensa via ativação e proliferação de células satélites miogênicas no tecido-alvo
- Recuperação acelerada de microlesões musculares com redução significativa do tempo entre sessões no músculo treinado
- Efeito anabólico ultra-rápido com janela de ação concentrada na fase imediatamente pós-treino
| - Meia-vida prolongada de 15–24 horas permitindo ação sistêmica e dosagem conveniente de 2–3x por semana sem necessidade de aplicação imediata pós-treino
- Ativação generalizada de células satélite em múltiplos grupos musculares simultaneamente, beneficiando praticantes de treinos full-body ou de alto volume
- Aceleração do reparo muscular sistêmico em contextos de overreaching ou periodização de alta intensidade com múltiplos grupos envolvidos
- Menor exigência de timing preciso em relação ao treino comparado ao MGF nativo, oferecendo maior praticidade de uso
- Estabilidade superior em solução aquosa (incluindo água bacteriostática), simplificando reconstituição e armazenamento
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| Riscos | - Hipoglicemia aguda severa — apesar da ação localizada, doses acima de 50 mcg podem exercer efeito insulinomimético suficiente para causar hipoglicemia sintomática, especialmente em indivíduos com baixa glicemia basal
- Crescimento tecidual local excessivo e assimétrico — uso prolongado pode resultar em hipertrofia desproporcional e alterações estéticas permanentes no local de aplicação
- Risco oncológico teórico elevado — a potência aumentada de ativação do IGF-1R, receptor classicamente associado à proliferação tumoral, representa contraindicação absoluta em indivíduos com neoplasias ativas ou histórico familiar
- Dificuldade de dosagem precisa — margem terapêutica estreita
- pequenas variações de dose produzem respostas desporporcionais dado o coeficiente de potência aumentado
| - Menor potência local comparado ao MGF nativo — a diluição plasmática reduz a concentração tecidual no músculo-alvo específico, limitando a hiperplasia localizada
- Acúmulo de PEG com uso crônico e em doses elevadas — embora o PEG seja considerado biologicamente inerte, estudos de longo prazo em humanos são inexistentes para esta aplicação
- Potencial interferência com a sinalização fisiológica do eixo GH/IGF-1 endógeno em uso prolongado, especialmente quando combinado com GH exógeno e IGF-1 LR3 simultaneamente
- Risco teórico de estimulação proliferativa em tecidos neoplásicos — contraindicado em indivíduos com histórico de câncer ou predisposição genética documentada
- Reações imunogênicas ao PEG são raras, mas possíveis em indivíduos sensibilizados
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| Dose habitual | 50 mcg | 200 mcg |
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| Frequência | Diário | 2x/semana |
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| Via | Subcutânea | Subcutânea |
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| Validade reconstituído | 60 dias | 60 dias |
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