| Categoria | Estético | Estético |
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| Mecanismo | O Melanotan 2 é um análogo cíclico heptapeptídico sintético da α-melanocyte-stimulating hormone (α-MSH), com resistência aumentada à degradação enzimática em comparação ao peptídeo nativo. | O Melanotan 1 (afamelanotida) é um análogo linear sintético da α-MSH, com substituição do aminoácido Met4 por Nle4 e adição de D-Phe7, conferindo resistência à degradação proteolítica e meia-vida plasmática significativamente superior à do peptídeo nativo (horas vs. |
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| Benefícios | - Induz bronzeamento cutâneo profundo e duradouro com exposição solar reduzida, pela estimulação direta da melanogênese via MC1R
- Aumenta a síntese de eumelanina, pigmento que oferece fotoprotecção natural contra danos do UV e reduz risco de queimaduras
- Potente efeito pro-erétil e afrodisíaco mediado por MC4R central, com relatos de aumento de libido em ambos os sexos
- Possível supressão do apetite e redução de ingestão calórica por ação hipotalâmica nos receptores MC3R/MC4R
- Bronzeamento de manutenção prolongado após fase de carga, requerendo doses menos frequentes
| - Induz melanogênese seletiva e eficiente via MC1R com mínima ativação de receptores sistêmicos, resultando em bronzeamento de alta qualidade com menor incidência de efeitos adversos
- Estimula preferencialmente a produção de eumelanina (pigmento castanho-escuro) em detrimento da feomelanina, oferecendo fotoproteção cutânea biologicamente mais eficaz contra danos induzidos por UV
- Aprovado em formulação de implante subcutâneo (Scenesse®/afamelanotida 16 mg) para prevenção de fototoxicidade em pacientes com Porfiria Eritropoiética Congênita (PEC), validando sua segurança clínica
- Menor incidência de náuseas, vômitos, flushing e efeitos sobre o sistema nervoso central em comparação ao MT-2, tornando-o mais adequado para populações sensíveis
- Ausência de efeito pro-erétil ou afrodisíaco clinicamente relevante, sendo preferível para usuários que buscam exclusivamente bronzeamento sem alterações na função sexual
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| Riscos | - Náuseas e vômitos significativos, especialmente nas primeiras doses e durante a fase de carga — mitigáveis com titulação gradual iniciando em 100–250 mcg e administração noturna
- Rubor facial, eritema e sensação de calor (flushing) nas primeiras horas pós-injeção, decorrentes de vasodilatação periférica mediada por melanocortinas
- Ereções espontâneas prolongadas em homens (priapismo leve a moderado), podendo ser inconvenientes ou indicar sensibilidade elevada ao MC4R
- Escurecimento de nevos (pintas) preexistentes e manchas hiperpigmentadas, com potencial de dificultar monitoramento dermatológico — acompanhamento com dermatologista é recomendado
- Hipertensão arterial transitória e taquicardia, especialmente em doses mais altas ou em indivíduos predispostos
| - Escurecimento de nevos melanocíticos preexistentes e manchas hiperpigmentadas, exigindo monitoramento dermatológico regular antes e durante o uso
- Rubor facial (flushing) e eritema leve a moderado nas primeiras horas após a administração, geralmente de menor intensidade que o observado com MT-2
- Náuseas leves ocasionais, especialmente em doses mais elevadas ou em indivíduos com sensibilidade gastrointestinal aumentada
- Cefaleia transitória e fadiga leve relatadas em alguns usuários, possivelmente associadas à vasodilatação periférica mediada pelo peptídeo
- Reações locais no sítio de injeção (eritema, equimose, nódulo subcutâneo), mitigáveis com técnica adequada e rodízio de locais
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| Dose habitual | 500 mcg | — |
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| Frequência | Diário | — |
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| Via | Subcutânea | Subcutânea |
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| Validade reconstituído | 60 dias | 60 dias |
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